sábado, 25 de outubro de 2014

LIVRETANDO - SAPO COMILÃO (por Stela Barbieri e ilustração de Fernando Vilela)


BARBIERI, Stela. Sapo comilão. Ilustração de Fernando Vilela. São Paulo: DCL, 2013.




Fotos: Evandro Jair Duarte


Livro emprestado do Setor Infantojuvenil da Biblioteca Pública de Santa Catarina.



A capa é muito linda, o tamanho do livro me agrada, muito bom pra contar a história e mostrar as imagens. A ilustração é muito boa, gosto dos traços.



O sapo cansa de sua alimentação diária e parte em uma aventura para experimentar novos sabores e novos alimentos... tomates vermelhinhos, folhas verdinhas, melancia, jabuticabas, milho verde, espaguete, sorvete, mas adivinhem o final... rsrs.


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 4 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

LIVRETANDO - O PATO, A MORTE E A TULIPA (escrito e ilustrado por Wolf Erlbruch, traduzido por José Marcos Macedo)

ERLBRUCH, Wolf. O pato, a morte e a tulipa. Tradução de José Marcos Macedo; Texto e ilustração de Wolf Erlbruch. São Paulo: Cosac Naify, 2009.


Título original: Ente, Tod und Tulpe.



Foto: Evandro Jair Duarte

O autor nasceu na Alemanha e o tradutor em São Paulo.

Foto: Evandro Jair Duarte


Livro que peguei emprestado do Setor Infantojuvenil da Biblioteca Pública de Santa Catarina. A capa é linda, as folhas de uma qualidade indescritível. Gosto muito de livros bons, bonitos, com histórias que são assim, para refletir.



O pato percebe a presença da morte, eles ficam próximos, ele tenta ludibriar essa tão indesejada figura ... mas os seus cuidados chegam para todos os vivos!



Onde entra a tulipa nessa história? Precisarás ler para saber.



Achei uma história muito bem arquitetada e linda!


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 4 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

LIVRETANDO - QUEM SOLTOU O PUM? (por Blandina Franco, com ilustrações de José Carlos Lollo)

FRANCO, Blandina. Quem soltou o pum? Ilustrações de José Carlos Lollo. São Paulo: Companhia das letrinhas, 2010.
 
Fotos: Evandro Jair Duarte

Este livro foi doado à Biblioteca Pública de Santa Catarina e eu o peguei emprestado por causa do título. Quando comecei a ler dei boas risadas, pois o texto brinca com a palavra pum. Como por exemplo: "Nada me deixa mais feliz do que soltar o Pum". Texto gostoso e divertido, as risadas são garantidas. Super recomendo e leitura do livro.


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 1 ano em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

LIVRETANDO - CRÔNICA DE GATOS (por Rubens da Cunha - ilustrações de Regina Marcis

CUNHA, Rubens da. Crônica de gatos. Ilustrações de Regina Marcis. Jaraguá do Sul: Design Editora, 2010.



Foto: Evandro Jair Duarte.


A história deste livro eu conheci ao ser narrada pelo contador de histórias Ingo Vargas, no 6º Seminário de Literatura Infantil e Juvenil no auditório do CED/UFSC, agora no mês de outubro. 

A narrativa de Ingo foi tão gostosa que eu saí para procurar no expositor da livraria que estava no evento, não encontrei. Encontrei o Ingo e perguntei de quem era a autoria. Ele me disse ser do Rubens da Cunha, autor que eu já conhecia do Facebook.

Como eu não consegui comprar a história e achei ela muito gostosa para ser contada e recontada, resolvi entrar no Facebook e chamar o Rubens para que eu pudesse comprar dele. Conversamos e ele ficou de trazer um exemplar para mim na Biblioteca Pública de Santa Catarina e foi o que ele fez. Ainda trouxe mais um livro de presente e fascículos de uma coleção intitulada "Vertebrais".

Obrigado Rubens da Cunha, estou muito feliz em conseguir o livro "Crônica de gatos" e também, por ganhar os demais itens. Grato! Sou grato por conseguir comprar o livro, sou grato pelos presentes, sou grato por sua simpatia, sou grato por sua disponibilidade e por sair do local onde estavas e vir até mim trazer a obra literária. Grato e Grato!

Claro que não perdi a oportunidade de pedir a dedicatória, sempre que consigo eu peço mesmo!! Sou de tietar também, não deu tempo de tirar fotos porque eu tive que atender aos usuários que chegaram. Mas, em breve eu conseguirei. Risos. 

Foto: Evandro Jair Duarte.

A obra: a chegada de um gato que muda a vida do narrador, um gato que gosta de deitar sobre livros, um gato leitor? Um período com o gato e ele se vai. Outro gato, não um leitor de livros como o anterior e sim pessoas. 

Não posso falar mais sobre este livro, porque o mistério de como acontecem as narrativas e de como se desenrola a crônica fica por sua curiosidade em buscar o livro e ler. Só sei dizer que gostei de ouvir a narração de Ingo Vargas e agora de ler o livro de Rubens da Cunha.

Tenho que mostrá-lo para Claudete Terezinha da Mata, a minha amiga Bruxa da Mata.
Foto: Evandro Jair Duarte.


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 6 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

LIVRETANDO - O CASTELO COR DE SOL (por Tonni Lima)

LIMA, Tonni. O castelo cor de sol. Capa e ilustrações de Tonni Lima. São Paulo: All print editora, 2011. (Coleção Sonhos Possíveis).
Fonte: internet

Este livro foi doado a Biblioteca Pública de Santa Catarina pelo próprio autor.

A história trata de situações e valores que nos deparamos em nosso viver cotidiano. A soberba, a inveja, a intolerância, o mal humor... o medo de dividir os espaços e as atenções com o novo, com a novidade... até mesmo o desprezo... até que um dia acontece o que é muito comum: a necessidade de ajuda, que vem dos desprezados e deixados de lados, não aceitos no grupo. Mesmo assim a ingratidão. A princesa do castelo observa tudo e ouve o que as flores egoístas falam e toma uma decisão drástica e o jardineiro intervém por aquelas flores. No lugar delas, muitas sementes de girassol foram plantas, dizem que  ao nascerem o sol bate nas flores que refletem a luz e ilumina todo o castelo. Linda história!!!


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei das ilustrações.
Recomendo para leitores de 4 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

LIVRETANDO - ELA TEM OLHOS DE CÉU (por Socorro Acioli, com ilustrações de Mateus Rios)

ACIOLI, Socorro. Ela tem olhos de céu. Ilustração de Mateus Rios. São Paulo: Gaivota, 2012.

Fonte: internet.

A autora deste livro, Socorro Acioli é de Fortaleza. Ela é jornalista, teve a oportunidade de ser aluna de Gabriel García Márquez e Guillermo Arriaga, uaaaau...!!

O livro lido foi doado à Biblioteca Pública de Santa Catarina. Peguei emprestado para ler. Curti a capa, as ilustrações, tudo muito bem feito, os desenhos têm beleza nos traços e as cores são lindas. A musicalidade nos versos do cordel nos anima a ler.

Corre Chica Parteira que nossa Sebastiana está chegando!!!

As questões do nascimento, da falta de água limpa, da seca, a crendice, o bem querer que se torna mal querer, o amor, tudo isso está presente no texto. Acredito que com outra leitura eu encontro mais coisas que não percebi na primeira leitura.

Uma leitura prazerosa, uma história gostosa por demais, uma ilustração harmoniosa e que nos faz viajar no mundo da imaginação. Amei ler e recomendo a quem desejar conhecer...

...a história da menina que tinha olhos de céu.


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 6 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

LIVRETANDO - OBAX (por André Neves)

NEVES, André. Obax. Texto e ilustrações de André Neves. 9. reimpr. São Paulo: Brinque-Book, 2010.

Fonte: internet.

Este livro eu vi sendo preparado no Setor de Processamento Técnico da Biblioteca Pública de Santa Catarina - BPSC, local que trabalho atualmente. Ele faz parte da coleção distribuída pelo Itaú Social, um funcionário da instituição solicitou para endereçar à BPSC. As obras doadas estão disponíveis no Setor Infantil e Juvenil.

Quando vi a capa e o título fiquei logo com vontade de ler. O material foi emprestado em seguida, assim que chegou eu o emprestei e levei para ler com meu sobrinho Matheus Luigi Duarte. Lemos juntos. O texto é muito lindo e a história traz a vivência em uma tribo, os perigos da savana africana, o imaginário criativo de uma criança. Traz uma aventura maravilhosa e cativante. Obax está em busca de provas e se frustra para em seguida ficar muito feliz em trazer todos para o seu mundo e fazer a muitos sonharem. Amei a história e as ilustrações, ricas em detalhes e cores. 

Cette histoire est très jolie. 
This is a nice story. I loved it.

Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 6 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

PALESTRA ACERCA DA MEDIAÇÃO DA LEITURA - Guia de Leitura (por Gelson Drierich Bini)


Fonte: Ariane Batista

O relato abaixo é baseado na fala de Gelson Drierich Bini em passagem por Lages-SC no 32º Painel Biblioteconomia em Santa Catarina, este profissional vem de uma família humilde e da roça. Em sua casa o livro não era presente. Uma vez ele encontra uma vitrolinha que era uma maletinha e a tampa virava o autofalante, ele achou no lixo e consertou. Junto com a vitrolinha havia 5 discos (Iron Maiden, Black Sabbath, Led Zeppelin, Pink Floyd, Kraftwerk), estes eram os seus amigos e ouvia os discos muitas vezes. Com a audição dos discos ele se questiona o que as letras das músicas diziam (estavam em outro idioma), no Iron Maiden encontrou ideias dos textos de Shakeaspeare e Camões, no Pink Floyd - na música "Pigs, Dogs and Sheeps", encontrou George Orwell e o livro A Revolução dos Bichos, em Black Sabbath, encontrou os textos de Edgar Allan Poe e H. G. Wells, em Led Zeppelin, encontrou a base em textos de J. R. R. Tolkien (o Senhor dos Anéis). Ele afirma que se construiu como leitor por meio da música e do rock. Apesar de ouvir Sérgio Reis, quando criança e se emocionava com a história da canção O menino da porteira. Bini hoje é um mediador da leitura. Em seu trabalho ele trata com questões mais humanas no trabalho com a mediação da leitura, suas ações estão em torno de dar voz aos que estão sem voz - pessoas marginalizadas. "Basta eu não te ouvir que eu não te vejo". Um exemplo na literatura, Bini cita em sua apresentação a obra de Ralph Ellison com o título "Homem invisível" - um homem negro chega a uma cidade que no passado, os negros eram escravos. Os estudantes estudavam em cidades fora dali. Quando ele chega nessa cidade "o olhar das pessoas perpassam por ele, não o enxergam como pessoa e sim como coisa".

Fonte: internet.

Quando se perde a voz, perde a humanidade, torna-se inasimilável, (aquele em que a vida perde o significado, aquele que deixa de ser). Adquire a voz bárbara. Como exemplo dessa voz vem a violência, um homem sai de seu lugar e queima um ônibus porque quer uma pedra de crack - provoca situações de horror e pânico aos outros. E ele sente orgulho do feito - isso é algo inassimilável. Como oferecer literatura para pessoas assim, nesse contexto social? Um outro exemplo está falta de paciência de uma professora que cobra do aluno o exercício que era para ser feito em casa. Ele não fez porque o pai chegou em casa, deu um tapa na mãe, arrancou a folha do caderno do menino e usou a folha de papel do trabalho de casa para enrolar o "baseado" e fumar. O menino diz que não fez porque o pai fumou o exercício do caderno. Diante desse cenário, como oferecer um livro que possa chegar à essa realidades e realidades variadas? O projeto Guia de Leitura propõe uma dinâmica da realidade com a linguagem, oferece a música, o livro, o cinema e acima de tudo traz cada mediação das expressões artísticas com a realidade de cada pessoa, grupo, comunidade, ...

Bini nos deixa um questionamento: Como um mediador pode mudar a trajetória de uma pessoa?

A pessoa da mediação é uma peça chave e pode contribuir para alterar o rumo de uma pessoa. Importa lembrar que em nosso dia a dia precisamos ter um certo nível de acolhimento de nossos clientes, usuários, interagentes... Bini diz: "O olhar que aconchega, aproxima e atrai. Como também há o olhar que afasta".

Quando a mediação é feita e a biblioteca precisa estar em alinhamento com essa ação. O mediador precisa ser um leitor e conhecedor de obras e títulos. Assim como o(a) bibliotecário(a) precisa ser leitor(a), para poder oferecer um livro e ENCANTAR o leitor. O professor e demais envolvidos com o processo de mediação da leitura.

Sugestões ou indicações de títulos de livros feitos por Gelson Bini:

1 - Livro - Angu de Sangue - Marcelino Freire

Fonte: internet.

Como o olhar e a palavra de um mediador pode alterar a vida de uma criança. Marcelino Freire (autor de Angu de sangue) não saiba ler nem escrever e catava lixo. Um dia encontra um livro, do poeta português Fernando Pessoa, carrega o livro nas mãos e não lê, pois não saber ler. Um dia uma professora o encontra e a cena chama a sua atenção. Ela pede para ele ler, por se tratar de um autor que a agrada. Ele responde que não sabe ler e ela pergunta porque ele está com o livro nas mãos. Ele diz: porque tenho esperança, de tanto olhar um dia eu vou aprender. Ela solicita aos pais a permissão para ensinar o menino a ler. Ela sai do trabalho e o ensina. Hoje ele é dramaturgo, escritor, professor, já ganhou o prêmio Jabuti. A professora conseguiu alterar a situação de vida dele.

Um pouco do conteúdo do livro: Tudo se encontra no lixo, a vida é o lixão, lá tudo tem! Tem o que comer, tem o que enfeitar a casa, tem remédio para as dores, ... para onde ir se o lixão vai sair dali ... há tanto ali que é desperdiçada por outros ... até aliança foi encontrada ali, junto com um corpo que apareceu ali ... "eles dizem que sim, que vão nos tirar daqui", para nós isso aqui é um paraíso. 

2 - Poema: Sobre Importâncias - Manoel de Barros

Fonte: internet.

"Um fotógrafo-artista me disse uma vez: veja que o pingo de sol no couro de um lagarto é para nós mais importante do que o sol inteiro no corpo do mar. Falou mais: que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balança nem com barômetro etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós. Assim um passarinho nas mãos de uma criança é mais importante para ela do que a Cordilheira dos Andes. Que um osso é mais importante para o cachorro do que uma pedra de diamante. E um dente de macaco da era terciária é mais importante para os arqueólogos do que a Torre Eiffel. (veja que só um dente de macaco!) Que uma boneca de trapos que abre e fecha os olhinhos azuis nas mãos de uma criança é mais importante para ela do que o Empire State Building. (...) Que o canto das águas e das rãs nas pedras é mais importante para os músicos do que os ruídos dos motores da Fórmula 1. Há um desagero em mim de aceitar essas medidas. Porém não sei se isso é um defeito do olho ou da razão. Se é defeito da alma ou do corpo. Se fizerem algum exame mental em mim por tais julgamentos, vão encontrar que eu gosto mais de conversar sobre restos de comida com as moscas do que com homens doutos" (Manoel de Barros).
Fonte: internet.

ENCANTAMENTO para Manoel de Barros é ver as coisas..., através do olhar de uma criança. Que devamos passar a olhar coisas que para nós já não faz o mesmo efeito de quando as descobrimos. QUANTAS vezes saímos de casa e não percebemos as pequenas coisas ao nosso redor.

3 - Poema: Obrar de Manoel de Barros

Fonte: internet.
"Naquele outono, de tarde, ao pé da roseira de minha avó, eu obrei. Minha avó não ralhou nem. Obrar não era construir casa ou fazer obra de arte. Esse verbo tinha um dom diferente. Obrar seria o mesmo que cacarar. Sei que o verbo cacarar se aplica mais a passarinhos. Os passarinhos cacaram nas folhas nos postes nas pedras do rio nas casas. Eu só obrei no pé da roseira da minha avó. Mas ela não ralhou nem. Ela disse que as roseiras estavam carecendo de esterco orgânico. E que as obras trazem força e beleza às flores. Por isso, para ajudar, andei a fazer obra nos canteiros da horta. Eu só queria dar força às beterrabas e aos tomates. A vó então quis aproveitar o feito para ensinar que o cago não é uma coisa desprezível. Eu tinha vontade de rir porque a vó contrariava os ensinos do pai. Minha avó, ela era transgressora. No propósito ela me disse que até as mariposas gostavam de roçar nas obras verdes. Entendi que obras verdes seriam aquelas feitas no dia. Daí que também a vó me ensinou a não desprezar as coisas desprezíveis. E nem os seres desprezados".Fonte: internet.



4 - Valentina - Marcio Vassallo - ilustração de Suppa




Fonte: internet.


A história conta a vida de uma menina que é uma princesa moradora de um castelo (barraco no morro), o rei é branco e a rainha é negra. Ela se assusta com os dragões que estão do lado de fora do castelo e cospem fogo (homens com metralhadoras). Os reis a acalentam. Ela observa do alto, de seu castelo e vê lá embaixo a cidade chamada TUDO e resolve ver como tudo é. A igualdade era generalizada e a discriminação reina...

5 - Livro: 1984 - George Orwell

Fonte: internet.

Gelson Drierich Bini sugere que todos leiam este livro. Que os mediadores e professores possam indicar a leitura.

Este livro foi escrito em 1948, ele imaginou um futuro imaginário em que a sociedade é dominada por um governante, todos trabalham para ele sem salário, apenas comida. Todos o acham bondoso. O governante conseguiu eliminar o professor, a arte, o livro, expressão artística é proibida... só suas leis ... todos são observados por câmeras... e o Grande Irmão observa-os e os comanda.

6 - Livro: Bola de Sebo - Guy de Maupassant

Fonte: internet.

A prostituta gordinha é chamada de Bola de Sebo por ser gorda. Bullying? - Essa história chama a atenção por ser descriminada por um grupo que viaja com ela e em determinado momento a fome aperta e nada têm para comer, e ela leva uma cesta com comida. A figura rechaçada agora é bem vinda com suas guloseimas. São presos e agora Bola de Sebo é a única que pode ajudar a todos. Ajuda e logo vem o desprezo e o rechaçamento novamente. Mudou alguma coisa na situação vivida no início da história para o desfecho? Apesar de se sacrificar por todos?

7 - Livro: Você é uma animal Viskovitz - Alessandro Boffa


Fonte: internet.

Apenas uma história do livro - A Formiguinha é inteligente e carismática e com sua persuasão ela conquista a todos e lidera o formigueiro. Deram o poder a ela e agora no poder ela lidera a seu bel prazer. Ela é comparada a Adolf Hitler.

8 - O jogo da amarelinha - Júlio Cortázar


Fonte: internet.

O casal vive um grande amor, estão separados e se encontram em Paris. Ao aguardar, ele entra em uma livraria e o homem recorda os livros e as músicas e as obras de artes que o casal gostavam. Se reencontram e o fim da obra vem. Só que o autor informa que no início do livro tem uma tabela e se seguir uma outra ordem de leitura você poderá ter outra história.

Essas foram as falas de Gelson Drierich Bini e as obras utilizadas por ele em sua maravilhosa e encantadora palestra em Lages-SC.



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

32º PAINEL BIBLIOTECONOMIA EM SANTA CATARINA: redes de conhecimento, mídias e sistemas de informação: inovação e colaboração

Fonte da foto: internet.

O 32º "Painel Biblioteconomia em Santa Catarina" foi realizado nos dias 10 e 11 de outubro de 2014 em Lages-SC com a temática "Redes de conhecimentos, mídias e sistemas de informação: inovação e colaboração".

No dia 09 de outubro a coordenação de Lages-SC recebeu a coordenação de Florianópolis-SC para que no dia seguinte pudessem receber os participantes deste grande evento, que durante muitos anos ficou na Capital de Santa Catarina.

O ano de 2014 foi de mudança e o ano de 2015 continuará com novidades. Joinville será a cidade catarinense a receber o Painel.

Assim, bibliotecários catarinenses da região!!! Um recado, preparem-se e juntem-se em uma equipe de coordenação para o ano de 2015.

Parabenizo à todos os membros da Equipe Organizadora de Lages-SC. Obrigado por tudo: acolhimentos, organização de vocês, simpatia e alegria em nos receber. O clima entre todos os participantes foi de alegria e contentamento, porque não dizer ENCANTAMENTO. Um sinal de que o evento agradou e superou expectativas.

O mediador do Guia de Leitura Gelson Drierich Bini nos encantou com seu belíssimo trabalho com os livros e com a leitura. Fiquei com a vontade de mais e mais, "fale mais". Lindas histórias e com um contexto social incrível.

Vamos aguardar o próximo ano e continuar aproveitando das discussões e das novidades na área da Biblioteconomia, Museologia, Arquivologia e Ciência da Informação.

Para maiores informações sobre o Painel, acesse o link http://paineldebiblioteconomia2014.wordpress.com/

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

LIVRETANDO - A CASA DA PRAIA (por Kátia Rebello)



REBELLO, Kátia. A casa da praia. Florianópolis, SC: FCC, 1990.

O livro em questão recebeu o Prêmio Nacional de Romance "Virgílio Várzea" em 1988.


Este livro eu peguei emprestado na Biblioteca Pública de Santa Catarina - BPSC, local onde eu trabalho. Pois, não encontrei para comprar. É um livro publicado pela Fundação Catarinense de Cultura - FCC, vencedor do prêmio já descrito acima. A autora é uma pessoa especial para mim, gosto muito do que leio dela. Apesar de dar pitacos (risos), acredito que cada leitor cria suas próprias expectativas e dá sugestões do que pode acontecer, do que vai acontecer, mesmo que mentalmente, ou socializando com um amigo(a).

A história começa com uma nostalgia. A filha sente falta do pai. O que aconteceu com ele? O grande desejo da família era ter uma casa, mas como conseguir? O salário do pai não possibilitava essa aquisição. Uma casa a venda, um senhor misterioso faz a negociação, um valor baixo para a propriedade, a compra é feita. A mudança inicia e com ela as descobertas.

Melissa inicia uma investigação em cada canto da casa e nos leva junto para os lugares, nos faz sentir vontade de fazer o mesmo, de abrir isso e aquilo e tentar saber o que tem aqui e ali. Um acidente inesperado com sua mãe deixa a menina e seus irmãos sozinhos em casa, chove... o que virá por aí?

Uma faca ensanguentada! De quem ela era? Porque estava ali na casa? De quem era aquele sangue? Um crime, será?

De repente uma visita inesperada! O antigo proprietário da casa, e Melissa é apresentada a ele, os dois conversam sobre a casa e uma história sobre a mãe dele surge que a atordoa.

Um novo encontro de Melissa com o antigo proprietário da casa, agora na praia, ela caminha e o vê. Mais tarde ela o vê em um restaurante. Fica olhando e observando o homem. Melissa é muito observadora e adora investigar as pessoas.

Melissa decide ir ate a praia e investigar o homem. O que ela viu? O que fez em seguida? Quem ela envolve em suas investigações? A menina está em uma situação eletrizante, o que fazer?

Algo muito sinistro acontece com ela. Apreensão, adrenalina, angústia, ... o que fazer agora? A menina é chamada para uma conversa franca e pra lá de sincera. Ela ouve uma declaração assustadora, momentos de tensão são vividos em uma sala de uma casa isolada. Como fugir? Uma tentativa e nada, tudo volta ao normal e ela volta a se ver em uma situação complicadíssima.

Vontade de descobrir o que vem por aí, porém, parei para fazer outras coisas. Mais tarde lerei mais e farei o rascunho até terminar de ler e publicar sobre este livro.

Melissa se mete em uma enrascada das grandes! E agora? Momentos de angústia e aflição! O cerco se aperta e ela desmaia...

Ameças! Mudanças de local onde se encontra! Algo inesperado e horrível acontece! Fuga, correria, tortura, dor, medo, um homem, outro homem, uma faca, uma facada...

O livro de Kátia Rebello é muito bom, recomendo muito. Me diverti com a leitura, fiquei com angústia, medo, raiva, ...

O final é diferente do que eu pensava, o que é bom, gosto de surpresa. Agradou muito o fim deste enredo!











quinta-feira, 2 de outubro de 2014

DIVULGAÇÃO - OFICINA LITERÁRIA BOCA DE LEÃO

OFICINA LITERÁRIA BOCA DE LEÃO - OLBL
OFICINA PERMANENTE DA BIBLIOTECA PÚBLICA DE SANTA CATARINA – BPSC/FCC

Celebrando o mês das bruxas e outros seres em metamorfose, na BPSC.

Dia 29 de OUT – Quarta-feira
(Das 9h às 22h)
Narração de histórias da literatura tradicional e universal, no auditório e no Setor Infantil da BPSC/FCC.
Participação dos Contadores de histórias Boca de Leão, Membros da Academia Brasileira de Contadores de Histórias/ABCH e Convidados!
*Das 9h às 10h30*
Abertura: com todos os contadores cantando ao público: “Todo Mundo Conta Histórias!” (Autoria do narrador oral, o chileno Pollo e sua esposa Susane);
Início: Claudete T. da Mata – “Lenda das Pedras de Itaguaçu” (Texto da narradora)
Luiza Abnara – “A Libélula Encantada” (Conto de autoria da contadora);
Idê Bitencourt – “Chiquita e a dona Coruja” (Conto de autoria da contadora);
Aparecida Facioli – “A Toupeira e o Gambá Ludovico” (Conto de autoria da contadora);
Saray Martins – “Quiquita, a porquinha que sabia pensar!”, “Una e suas Histórias” (Autoria da narradora);
Andrea Dias – “A Bruxa Maléfica” e “Animais em Revolta”.
Luiza Abnara – “A Pata Felícia” (Autoria própria).

Encerramento das narrativas: Claudete T. da Mata - “Velho João, o filho da bruxa”

Na Távola Quadrada: Uma conversa com dançarinos, poetas, contadores de histórias, escritores e outros atores. No Auditório, *Das 14h às 16h.*
Abertura - das 14h às 14h05:Dança Narrativa, com a portuguesa Rita Teixeira (Membro da ABCH);
Recital Poético – das 14h05 às 14h30:com o Grupo de Poetas Livres, com a participação especial de: Vera Portela, Sinval Silveira, Eunice Leite da Silva Tavares, Olga Postal, Eloah Westphalen Naschenweng (Presidente do Grupo);
Hora dos Contos – das 14h30 às 15h:Irene Tanabe – “O Presente das Rosas” (Autoria da narradora); Luiza Abnara – A Libélula Encantada (Autoria da narradora); Idê Bitencourt – Chiquita e a dona Coruja (Autoria da narradora); Aparecida Facioli – “O homem, o menino e o burro”(de Monica Stahel para recontar a conhecida fábula de La Fontaine); Saray Martins – Una e suas Histórias (Autoria da narradora).

Hora da conversa – das 15h às 15h45: Dançarina Rita Teixeira, Eloah Westphalen Naschenweng ,Contadoras de Histórias do Grupo Boca de Leão e da ABCH: Andrea Dias (Presidenta da ABCH), (Membro da ABCH), Saray Martins, Dora Duarte, Luiza Abnara, Idê Bitencourt, Aparecida Facioli (Integrantes do Grupo Boca de Leão e Membros da ABCH),Osmarina Maria de Souza , Cristina Magdaleno e Irene Tanabe (Contadoras de Histórias e Membros da ABCH), José Honório Marques (Escritor, Poeta, Músico contista e Membro da ABCH);
Fechamento – 15h45 às 16h:Claudete T. da Mata (Idealizadora e Ministrante do Grupo Boca de Leão e Mentora da ACBH) Saudações ao público com o conto “Velho João, o filho da bruxa”.

Das 18h às 22h
OficinaHistórias Contadas com Origamis.No Auditório, das 18h às 22h.
Ministrante: Irene Tanabe!
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DIA 30 DE OUTUBRO

Evento: “Um Dia de Histórias para quem gosta de contar e de ouvir!”
(Das 9h às 10h30)
Abertura: com todos os contadores cantando ao público: “Todo Mundo Conta Histórias!” (Autoria do narrador oral, o chileno Pollo e sua esposa Susane);
Início das narrações: Claudete T. da Mata – “Velho João, o filho da Bruxa!” (Autoria própria)
Luiza Abnara – “A Libélula Encantada”;
Idê Bitencourt – “Chiquita e a dona Coruja”;
Aparecida Facioli – “A Toupeira e o Gambá Ludovico”;
Saray Martins – “Quiquita, a porquinha que sabia pensar!”;
Andrea Dias – “A Bruxa Maléfica” e “Animais em Revolta”.
Luiza Abinara – “A Pata Felícia” (Autoria própria).
Encerramento das narrativas: Claudete T. da Mata - “Velho João, o filho da bruxa”

 Das 14h às 16h
Irene Tanabe narrando histórias com origamis – apresentação aberta ao público!

Entrada: Gratuita!
 Escolas: Agendar presença via e-mail: Claudete_tm@hotmail.com
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Nos dias 29 e 30 de outubro de 2014!

OficinaHistórias Contadas com Origamis - Ministrante: Irene Tanabe!

Investimento: R$ 50,00 (Para integrantes da Boca de Leão);
Integrantes da comunidade: R$ 60,00
Auditório da Biblioteca Pública de SC: dia 29 das 18h às 22h e dia 30 das 17h às 21h.

Realização: OLBL – Oficina Literária Boca de Leão
Apoio: Biblioteca Pública de SC - Fundação Catarinense de Cultura
Local: Biblioteca Pública de SC. Rua Tenente Silveira, 343, Centro, Florianópolis

DIVULGAÇÃO - Oficina - Literatura infantil e ética: formando sujeitos leitores nos anos iniciais

A Paulus está com nova Oficina para os interessados em aprofundamento na temática literatura infantil. MINISTRANTE: INGO VARGAS L...