sexta-feira, 28 de novembro de 2014

LIVRETANDO - O CONDOMÍNIO (por Milka Plaza)

CARVAJAL, Milka Lorena Plaza. O condomínio. Ilustrações da autora. Florianópolis: Imprensa Universitária da UFSC, 2008.



Foto: Evandro Jair Duarte

Este livro eu comprei da própria autora em um Curso de Formação de Contadores de Histórias, este realizado no auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Milka Plaza e Julião Goulart fizeram uma dobradinha na ministração das aulas. Um curso muito bom, com técnicas vocais, corporais, de uso de microfone e de palco. Eu recomendo para quem desejar fazer.

Milka escreve uma história que tem bom enredo. Gostei dos personagens e da trama toda. Um condomínio em que  os habitantes são aves, gnomos e Gato. Eles vivem um mistério e a difícil tarefa da convivência e da tolerância das diferenças entre eles.

Gostei do livro, da história.

Recomendo para leitores de 6 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

LIVRETANDO - GATO E SAPATO (por Marta Eliane S. Carvalho)

CARVALHO, Marta Eliane S. Gato e sapato. Ilustrações de Bruna Carvalho de Oliveira Nunes. Florianópolis: DIOESC, 2011.


Foto: Evandro Jair Duarte


Este livro eu comprei da autora em 20 de agosto de 2011, ela estava na feira do livro em Governador Celso Ramos e eu aproveitei para comprar e pedir a dedicatória. Sempre que posso eu peço a dedicatória.

Marta conta a história de Soneca, um gato bem sapeca. Ele apronta de manhã e a tarde, à noite resolve sair. O mundo ele conhece, some e desaparece. Um dia enquanto a sua dona chora, ora quem entra sem demora? Um gato, dois gatos, e mais sete gatos. Uma gataiada. A história é toda ritmada, uma gostosura só.

Marta é Florianopolitana moradora do Estreito, formou-se em Minas Gerais em Psicologia e se especializou por lá. É educadora, poetisa, contista e participa de uma associação, a ACPCC - Associação Catarinense de Poetas, Contistas e Cronistas.


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 4 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

LIVRETANDO - A TARTARUGUINHA TATÁ (por Antonieta Mercês)

MERCÊS, Antonieta. A tartaruguinha Tatá. Ilustrações: Márcia Cattoi. Florianópolis: Pandion, 2011.


Foto: Evandro Jair Duarte


Este livro eu comprei no lançamento que a autora minha amiga fez no dia 20 de agosto de 2011. As ilustrações são lindas.

A tartaruga vai até a praia e começa a cavar um buraco para por seus ovos, uau, ela coloca 100, e aguarda seus filhos nascerem. Ela precisará ensinar que o mar tem coisas belas e perigosas também.

Tatá foi a última tartaruguinha a sair do buraco na areia e já não avistou toda a sua família. Resolve ir para o mar e procurá-los e encontra seres novos para ele e o temível Tutu, o tubarão azul. A esperta Tatá dá seu jeito e se livre dele. Depois reencontra sua família.

A história tem muitos detalhes gostosos de ler. Recomendo.

Antonieta Mercês é nascida em Canto dos Ganchos (Governador Celso Ramos), fez o curso de Letras Português na UFSC e já publicou outros livros: Quando despenca o pampeiro (2004); Saragaço (2009); A tartaruguinha Tatá (2011); A galinha polaca (2012); O macaco Maca (2013); e, agora, O lagartinho verde (2014). Todas as histórias são divertidas e trazem uma mensagem muito boa.

Márcia Cattoi é artista visual e designer pela UFSC.


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 4 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

ARTIGO - CRIAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA AS OBRAS RARAS DA BIBLIOTECA PÚBLICA DE SANTA CATARINA: RELATO DE EXPERIÊNCIA (por Priscilla Lüdtke Espíndola e Evandro Jair Duarte)

Este artigo foi publicado na Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.19, n.1, p. 135-146, jan./jun., 2014.

Resumo: Este trabalho constitui-se em um relato de experiência de estágio extracurricular realizado na Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC). As atividades realizadas até o momento objetivaram a criação de uma proposta de critérios de seleção para embasar o processo decisório de quais materiais devem constituir o acervo do Setor de Obras Raras da BPSC. Trata-se de um estudo que visa estudar critérios empregados na seleção de Obras Raras, o que caracteriza esta investigação como contendo o uso do método exploratório, com um viés fenomenológico para a apresentação da experiência do estágio acadêmico e utilizou-se de emprego de fontes bibliográficas (como os artigos científicos da área da Biblioteconomia) e de fontes documentais da BPSC (como os relatórios gerados pelo software empregado para gerenciar o acervo e um esboço de política existente). Elenca uma série de critérios que são sugestões para o trabalho de seleção para compor a coleção de Obras Raras, o que é caracterizado como resultado da pesquisa final. Ao final, espera-se que os critérios sugeridos possam ser acrescentados à Política de Gestão de Estoques Informacionais (PGEI) que a Instituição está desenvolvendo no momento em que este relato é descrito. Assim como, espera-se uma continuidade de estudos e reflexões para avaliação dos critérios e melhorias se houver necessidade para tal.

Palavras-chave: Obras Raras. Biblioteca Pública de Santa Catarina. Critérios de Seleção. Gestão de Estoques Informacionais.

Link para acesso ao artigo na íntegra:
http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/944/pdf_94

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

ARTIGO - O BIBLIOTECÁRIO GESTOR DA INFORMAÇÃO EM UMA SERVENTIA DE PAZ: RELATO DE EXPERIÊNCIA (por Evandro Jair Duarte)

Este artigo foi publicado na Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 17, n. 2, p. 491-529, jul./dez., 2012


Resumo: aborda a gestão da informação e documental do arquivo de uma Serventia de Paz do Município de Florianópolis – SC por um bibliotecário incorporado ao quadro funcional para proceder com a realização das atividades de organização, planejamento, preservação e recuperação da informação no ambiente cartorário. Disserta sobre os resultados obtidos e a visão concernente aos procedimentos adotados no desenvolvimento das ações antes e depois da interação do bibliotecário no local entitulado arquivo. Informa sobre trabalhos a serem executados no cartório, através de planejamentos gerenciais e estratégicos para que os serviços e produtos alcancem eficiência e eficácia e garantam a satisfação dos clientes e dos demais usuários dos trabalhos do arquivo e da serventia. 

Palavras-chave: Gestão documental. Gestão de arquivo. Gestão da Informação. Gestão do Conhecimento. Planejamento Gerencial. Preservação Documental. Serventia de Paz. Arquivo de Cartório.

Link para o texto na íntegra:
http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/832/pdf_1

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

ARTIGO - ARQUIVOS DE CARTÓRIO: A SITUAÇÃO EM FLORIANÓPOLIS -SC (por Evandro Jair Duarte, Luciane Adami Bonezi, Marcelo Cavaglieri e Suzana Zulpo Pereira)


Este foi um trabalho apresentado em uma disciplina de Gestão no Curso de Biblioteconomia na UDESC, o resultado foi publicado como artigo na Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 12, n.1, p. 113-121, jan./jun., 2007. 



ResumoOs cartórios surgiram no Brasil em 1874. São organizações técnicas e administrativas destinadas a garantir a publicidade, autenticidade, segurança e eficácia dos atos jurídicos. O arquivo de um cartório é constituído por documentos que servem de prova de transações com valor legal, sendo considerado o centro da instituição. Para que os documentos de um arquivo estejam classificados, ordenados e armazenados em local adequado, é imprescindível o trabalho de profissional com conhecimentos em Arquivologia. Com base nisto, fez-se uma pesquisa nos cartórios do município de Florianópolis para constatar se há profissionais habilitados atuando nas unidades pesquisadas e se existe uma sala específica para o armazenamento dos documentos. 

Palavras-chaveArquivo. Arquivista. Bibliotecário. Cartório. Arquivos de cartórios.

Link para o texto na íntegra:
http://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/498

LIVRETANDO - PORCOLINO E MAMÃE (por Margaret Wild; ilustrado por Stephen Michael King)

WILD, Margaret. Porcolino e mamãe. Ilustrado por Stephen Michael King. Tradução: Gilda de Aquino. 4. reimpr. São Paulo: Brinque-book, 2009.


Foto: Evandro Jair Duarte


Este livro eu comprei para dar de presente. Claro que antes de presentear eu li para verificar se o teor da história estava de acordo com a pessoa que irá receber. Será endereçado a uma contadora de histórias.

Na contracapa: "Porcolino perdeu sua mamãe. Todos querem ajudar - o pato, o carneiro, o burro, o cão, o cavalo e o gato. Mas Porcolino não quer ser consolado até encontrar a sua mamãe".

Não era abraço de outros, fazer enfeites com flores com outras criaturas, brincar de pegar com alguém, rolar na lama com amigos, dançar com conhecidos, cochilar ao sol com colegas que Porcolino queria, ele desejava mesmo era a presença de sua mãe. Oinc!

Um lindo livro para ser narrado em rodas de leituras.

Gostei da história. Linda!
Gostei muito da capa. 
Curto muito esse ilustrador.
Recomendo para leitores de todas as idades.

LIVRETANDO - PAPAI ! (escrito e ilustrado por Philippe Coretin; tradução de Cássia)

CORETIN, Philippe. Papai! Ilustração do autor. Tradução Cássia Silveira. São Paulo: Cosac Naify, 2008.


Foto: Evandro Jair Duarte

Este livro eu ganhei do Projeto Itaú Cultural "Leia para uma criança".


O autor Philippe Corentin, pseudônimo de Philippe Le Saux, é nascido em 1936 em Boulogne-Billancourt, na França. "Corentin mescla nos livros seres fantásticos e humanos de maneira inventiva, dialogando diretamente com o imaginário e os medos infantis" - trecho da biografia do autor, extraído do livro: Papai! O autor, também, é ilustrador.

Cássia Silveira, paulista de Bauru-SP é a tradutora.

A história é bem bonitinha. Trabalha o medo de um menino que é colocado para dormir e vê monstros em seu quarto já escurecido para dormir. O legal é que o autor também coloca em foco o medo do monstro com a presença do menino no quarto dele e chama o papai monstro...rsrs... uma mistura de imaginação e mundos... Amei ler e reler a história!

Na Contracapa: "À noite, criança dorme? Nem sempre. Às vezes, na hora do descanso, ela quer os pais por perto. Pois monstros, fantasmas e similares habitam o quarto e provocam pesadelos. É difícil distinguir o sonho da realidade. Por isso, pede socorro. E não é só a mãe que aconchega e acalma. A presença protetora e corajosa do pai é sempre bem-vinda. Por meio de um diálogo amoroso, este livro desperta na criança o respeito às diferenças. Ninguém temerá monstros se a diferença não for vista como ameaça. É possível dormir em paz, afinal" (ROSELY SAYÃO).


Gostei da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 6 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

LIVRETANDO - GATO PRA CÁ, RATO PRA LÁ (por Sylvia Orthof; Ilustração: Graça Lima)

ORTHOF, Sylvia. Gato pra cá, rato pra lá. Ilustrações Graça Lima. Rio de Janeiro: Rovelle, 2012.



Foto: Evandro Jair Duarte

Este livro eu ganhei do Projeto da Fundação Itaú Social "Leia para uma criança". Eu solicito desde o primeiro ano do programa para a leitura com crianças. 

Linda ilustração, qualidade na impressão e no papel utilizado para compor o livro.

Uma história linda com um gato muito viajado, um rato choroso e perdido e uma lua gata, prata e sorridente como personagens dessa narrativa tão poética.

Antes da história tem uma apresentação da obra que diz assim: "Gato pra cá, rato pra lá é das fábulas poéticas mais encantadoras que já vi. Exala afetividade, graça, compreensão ideal de vida" (CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE).

Na contracapa Sylvia Orthof diz: "Se alguém for procurar uma grande história, neste livro, não vai encontrar. Ele resolveu escolher o caminho do singelo, e livro, se a gente não deixar ele ser como ele cisma, fica amarrado. Acho que esta história é para ler pouco e imaginar muito. Nasceu de uma velha anedota, que ouvi, nos meus tempos de criança. Descobri que o rato da história sou eu! Foi de repente que descobri e me espantei".


Gostei muito da história.
Gostei muito da capa.
Gostei muito das ilustrações.
Recomendo para leitores de 6 anos em diante - apesar de que a cada leitor o seu livro e a cada livro o seu leitor. Assim, todos podem ler e ouvir esta história.

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