sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

LIVRETANDO - LETRAMENTO INFORMACIONAL: FUNÇÃO EDUCATIVA DO BIBLIOTECÁRIO NA ESCOLA (por Bernadete Santos Campello)

CAMPELLO, Bernadete Santos. Letramento informacional: função educativa do bibliotecário na escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. (Coleção biblioteca escolar).

Este livro eu comprei no Painel Biblioteconomia em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Bibliotecários - ACB estava vendendo e a autora estava presente no evento para ministrar uma Oficina acerca do letramento informacional. Claro que eu comprei, participei e solicitei foto e dedicatória para ela (Campello).

Li e reli, e agora, reli. Fichei, pois usarei algumas informações em minha dissertação de Mestrado que é sobre Competência Informacional.

Um bom livro para os bibliotecários e professores discutirem acerca da pesquisa escolar, do uso da biblioteca, da parceria do bibliotecário, enfim, muitas discussões e projetos podem surgir para melhor a pesquisa escolar e o uso das informações.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

COMPARTILHANDO - CONVERSAS EM TORNO DA LEITURA

Hoje eu fui ao Espaço Vida Saudável tomar meu shake da Herbalife e entre os vários assuntos compartilhados, veio à tona o gosto pela leitura e pelos livros.

Estávamos em quatro pessoas na discussão e o que falávamos era sobre a quantidade de pessoas reprovadas em um teste seletivo para o vestibular que direciona ao acesso às universidades. Estes, por tirarem zero em redação, não poderão utilizar a nota para entrar no ensino superior.

O assunto (livro e literatura) veio à tona quando uma das pessoas achou que por falta de leitura (geral) essas pessoas não conseguiram ficar no tema e se perderam feio, ou por não escreverem a tal redação, assim ficaram com a nota zero.

Nesse momento começou o momento nostálgico de cada um falar de suas próprias experiências com a leitura e como ela chegou a cada um.

Uma pessoa falou que não tinha o gosto pela leitura, mas que uma professora solicitou que os alunos lessem o livro O GUARANI e a experiência inicial era de ser chato ler e a história não ser tão atraente, mas que com o desenvolver da prática da leitura o gosto pela história veio e ao fim do livro a pessoa já estava totalmente apaixonada pela história.

Outra pessoa falou que gostava muito de ler e que lia livros infantis perto da barriga de uma filha grávida e que a criança a via lendo, gostou dos livros ao crescer e lia muito no decorrer da vida.

Eu compartilhei que minha família (evangélica) lia muito a Bíblia em casa e as revistas da escola dominical e que isso nos aproximou do livro e da literatura.

Nas idas para a casa de minha avó, nós conversávamos muito e contávamos muitas histórias reais e inventadas.

Eu comentei que uma experiência gostosa foi quando eu passei a frequentar a biblioteca da escola para poder escolher o meu livro e levar para casa o que eu desejava ler (eu levava uma semana para ler).

Depois eu fui apresentado aos gibis. Minha mãe falava para escolhermos um gibi de nosso gosto na banca perto de casa. Eu e mais dois irmãos mais novos pegávamos cada um o seu.

Eu lia o meu e depois os outros dois. Aguardava sempre para comprar outro e que meus irmãos comprassem algo que eu também curtisse para depois eu pegar.

Assim, conhecemos a Turma da Mônica, Chaves, Xuxa, Os trapalhões, Turma do Mickey, Conan o Bárbaro, tudo em gibis.

Um dia fui até à Biblioteca Pública de São Sebastião (Litoral de São Paulo) e fiz a minha carteirinha de leitor.

Lembro que o local era bem perto da praia, eu entrei e o cheiro característico de papel era forte e preenchia o ambiente.

Para quem me conhece adivinharia rápido qual foi o meu primeiro livro emprestado em uma Biblioteca Pública. Pois, eu gosto muito e sempre que posso eu compartilho algo dele no facebook "O Pequeno Príncipe" de Antoine de Saint-Exupèry.

Na lombada do livro estava o número da chamada dele, utilizado para a localização deste na estante. Para colar esse número na lombada foi utilizado uma fita (que mais tarde eu a conheci como fita mágica), ela tem um cheirinho bem gostoso. Eu tenho mania de cheirar os livros. E veio desta época (eu acho). Todas as vezes que eu cheiro uma fita mágica eu sou automaticamente levado para aquele período de minha vida.

Mágica essa experiência.

Enfim, falamos muito e quando eu vi a hora passou e eu já estava atrasado para entrar no trabalho. Ainda bem que trabalho bem pertinho do Espaço.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

LIVRETANDO - CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA: NOVOS CONTEÚDOS E ESPAÇOS DE ATUAÇÃO (por Marlene de Oliveira (Coord.))

OLIVEIRA, Marlene de (Coord.). Ciência da informação e biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: UFMG, 2005.



Este livro eu comprei em 28/02/2007 enquanto eu estudava para escrever meu TCC de graduação.

Gostei da forma como ele foi escrito. A leitura é muito fluída, pois a maneira como os autores colocam as informações ficaram de modo muito prático de ler e entender.

Gosto de algumas partes como a citação a seguir: “[...] a Ciência da Informação nasceu no bojo da revolução científica e técnica que se seguiu à Segunda Guerra Mundial” (OLIVEIRA, 2005, p. 9-10).

Oliveira (2015) deixa claro que há um consenso entre os que estudam e escrevem sobre CI, em que ela está conectada à tecnologia da informação.

A Ci é uma área com possibilidades e com isso novas habilidades ligadas à informação necessitam ser desenvolvidas por profissionais da informação.

Outra informação que obtive (para corroborar) deste livro que veio me ajudar na escrita de minha dissertação é a da informação utilizada na resolução de problema em uma busca para o preenchimento de uma lacuna no conhecimento pessoal e está em conformidade com a necessidade de quem a busca.

Sobre bibliotecas, deixo o trecho que gosto: Dentre as funções da biblioteca, no entanto, a mais importante é a de dar acesso à sua coleção de documentos” (OLIVEIRA, 2005, p. 22).

Uma curiosidade gostosa: “A primeira biblioteca pública surgiu, em Salvador, como expressão da sociedade. Um senhor de engenho, Pedro Gomes Ferrão de Castelo Branco, planejou a biblioteca como uma instituição para promover a instrução do povo. A Biblioteca Pública da Bahia foi a primeira a ser fundada com essa característica de não contar com recursos do governo. A experiência não deu certo e o governo passou a dar subsídios e outras bibliotecas públicas floresceram em outras capitais e cidades importantes” (OLIVEIRA, 2005, p. 36).

Esse livro é uma excelente fonte de informação acerca da Ciência da Informação e Biblioteconomia para quem está iniciando o curso de Arquivologia, Biblioteconomia, ou pensando em entrar no mestrado da Ciência da Informação.

Gostei muito do livro.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

LIVRETANDO - A CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO (por Ives-François Le Coadic)

LE COADIC, Yves-François. A ciência da informação. 2. ed. Tradução de Maria Yêda F. S. de Filgueiras Gomes. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2004. 124 p.


Foto: Evandro Jair Duarte

Este livro eu comprei na Livraria Livros & Livros para me preparar e entrar no Mestrado em Ciência da Informação na Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Após, estudos de diversos livros e artigos eu consegui a minha vaga no mestrado e iniciei o processo de estudos e pesquisa em 2013.

Gosto muito da escrita de Le Coadic, neste livro ele aborda o objeto de estudo: a informação. 

Observo na leitura que a informação passa a ser vista como um produto, que pode ser comercializado.

O autor nos mostra que a explosão de produções informacionais leva ao excesso de escritos.

Na explanação sobre a ciência da informação, observo que, em suas origens, ela (CI) ocupa-se do livro e suportes informacionais e que hoje estamos mais e mais perto da informação e mais longe do suporte físico livro e das bibliotecas.

Le Coadic (2004, p. 4) afirma que a informação é um conhecimento inscrito (registrado) em forma escrita (impressa ou digital, oral ou audiovisual, em um suporte".

O livro traz a informação de que a Ciência da Informação está preocupada com a possibilidade de esclarecer um problema social concreto, o da informação.

Gostei do trecho: “A necessidade de informação em função do conhecimento é uma necessidade derivada do desejo de saber (Aristóteles)” (LE COADIC, 2004, p. 40).

Os últimos capítulos deste livro me ajudarão muito na escrita de minha dissertação, que está focada no aprender a aprender.

Gosto muito deste livro. Eu já li uma vez, repeti agora, provavelmente eu faça um retorno às suas páginas.
Recomendo muito e muito.



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

LIVRETANDO - A GALINHA POLACA (por Antonieta Mercês)

MERCÊS, Antonieta. A Galinha Polaca. Ilustrações [de] Márcia Cattoi. Florianópolis, SC: Pandion, 2012. 15 p.

Este livro eu adquiri no lançamento feito pela autora (minha querida amiga) e aproveitei para pegar a dedicatória.
Foto: Evandro Jair Duarte

Polaca era diferente dos outros que viviam no sítio e não era aceita por eles. Um dia ela conhece um galo e resolve fugir com ele e viver alegrias e uma grande espera (seu filho que estava em um ovo a ser chocado). O grande dia chega e Polaca fica muito feliz.

A história de Polaca tem uma grande mensagem, a diferença merece ser tratada e aceita.

Não posso dar muitas informações, do contrário eu entrego toda a história.

Livro super recomendado!!!

Gosto do livro.
Gosto da autora.
Gosto das ilustrações.
Recomendado para crianças a partir dos 4 anos e para grandinhos que gostam dessas histórias gostosas. 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

LIVRETANDO - POESIA NA VARANDA (por Sonia Junqueira)

JUNQUEIRA, Sonia. Poesia na varanda. Ilustração [de] Flávio Fargas. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. 27 p. (Coleção Itaú de Livros Infantis).

Este livro é um dos que vieram pelo correio da distribuição do Itaú Social. Ganhei para ler e contar as histórias para crianças em casa.

Na epígrafe na página 5 do livro está escrito assim "Felicidade se acha é em horinhas de descuido. Guimarães Rosa". 

Foto: Evandro Jair Duarte

Pensa na deliciosidade que é este livro, ele é muito bem pensado, escrito e desenhado (ilustrado).

Para mim, um bom livro é assim: a ilustração te encanta, prende e faz você viajar; o texto é uma gostosura só; sabe aquele texto que te faz abrir um sorriso? Então, nessa escrita isso acontece.

Gostosura mesmo é poder viajar com a narrativa de Sonia Junqueira e poder (re)viver experiências que são poesias para você, no seu íntimo, no seu particular.

Poesia no brotar de uma planta; poesia em uma cantiga; poesia na chuva gostosa que cai e te molha; poesia em tantas coisas gostosas que experienciamos. . . ai ai...

Super indico este livro!!!

Gosto do texto.
Gosto do livro.
Gosto das ilustrações.
Texto para todas as idades, tantas gostosuras!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

LIVRETANDO - O RATINHO, O MORANGO VERMELHO MADURO E O GRANDE URSO ESFOMEADO (por Don Wood e Audrey Wood)

WOOD, Don; WOOD, Audrey. O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado. 2. ed. Ilustrado por Don Wood. Tradução: Gilda de Aquino. São Paulo: Brinque-Book, 2012. 35p. (Coleção Itaú de livros infantis).

Este livro eu ganhei do Itaú Social, da Coleção Itaú de Livros Infantis que é distribuída aos que desejam contar histórias para crianças.

Foto: Evandro Jair Duarte

O ratinho decide colher um suculento morango vermelho maduro e sua grande aventura é apresentada a nós por um narrador que para mim é um grande de um espertalhão. O sabichão que narra interage com o roedor e conta uma história ao pequeno, que fica horrorizado, ele diz que existe por ali um grande urso esfomeado amante de morangos vermelhos maduros. O ratinho resolve seguir as orientações do narrador (espertalhão) para se livrar do grande urso esfomeado. 

Essa história é muito gostosa de ser lida e contada em rodas de leitura para pequenos e grandinhos.

Recomendo para todas as idades.
Gosto muito das ilustrações e das histórias dos Wood.
Tudo é de excelente qualidade.

DIVULGAÇÃO - Oficina - Literatura infantil e ética: formando sujeitos leitores nos anos iniciais

A Paulus está com nova Oficina para os interessados em aprofundamento na temática literatura infantil. MINISTRANTE: INGO VARGAS L...