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Meu anseio é compartilhar as experiências de leituras. À medida que minha vontade muda, mudo a direção das informações que irão circular neste blogger. Venha comigo e juntos façamos nossas descobertas.
sábado, 11 de março de 2017
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
DIVULGAÇÃO - CLUBE DO LIVRO LYGIA BOJUNGA
Arte: Lucas Prisco Puga
Neste ano a Oficina Literária Boca de Leão insere em sua Programação o Clube do Livro Lygia Bojunga.
Quando? Toda última terça-feira de cada mês.
Onde? Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina.
Quanto? Gratuito.
Inscrições? E-mail: dujaev@gmail.com
Ficha de Inscrição é a mesma da Oficina Literária Boca de Leão - LINK
Arte: Moysés (Fundação Catarinense de Cultura)
Arte: Moysés (Fundação Catarinense de Cultura)
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
DIVULGAÇÃO - OFICINA LITERÁRIA BOCA DE LEÃO
O Estado de Santa Catarina, com o apoio da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, juntamente com a Fundação Catarinense de Cultura (FCC), disponibilizam por meio da Biblioteca Pública do Estado de Santa Catarina (BPESC) a OFICINA LITERÁRIA BOCA DE LEÃO.
A
Oficina Literária Boca de Leão tem como objetivo iniciar os participantes no
processo de escrita para a liberação da criatividade textual. Conhecer gêneros
literários. Estudar clássicos da literatura nacional e estrangeira. Estudar
contos. Escrever contos curtos. Escrever um conto para compor o e-book anual da
Oficina Literária Boca de Leão. Terá 31 encontros para o desenvolvimento da
escrita criativa e a produção de contos. Ação gratuita e aberta à comunidade catarinense.
Faixa etária acima de 18 anos.
Data
de início: 14 de Março de 2016.
Horário:
das 19h às 21h
Local:
Auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina
Para
certificação é necessário ter o mínimo de 75% de participação e frequência.
Contato: dujaev@gmail.com
Inscrições abertas de 14 de fevereiro a 10 de
março de 2017.
LINK para a divulgação da Oficina Literária Boca de Leão.
LINK para Baixar a Ficha de Inscrição
Favor encaminhar para o E-mail: dujaev@gmail.com
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
LIVRETANDO - DE ONDE VÊM ESSAS VOZES? (por Anna Claudia Ramos)
Gosto muito de livros e leitura e este universo nos dá diversos presentes: histórias, personagens, aventuras... e amigos. Ao no ano de 2016 aconteceu em setembro o 7º Seminário de Literatura Infantil e Juvenil na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e diversos escritores estavam sendo divulgados pela equipe organizadora, uma das escritoras que viriam para falar ao grande público era Anna Claudia Ramos e eu a adicionei no Facebook e comecei a pesquisar os livros e perguntar se ela traria livros para venda. Ela mencionou que não, perguntei se poderia trazer alguns para mim e eu fiz a lista dos desejados para o momento e o bolso. Desta forma, eu conheci a autora e consegui diversos livros com direito à fotos e autógrafos (imaginem que deliciosidade!!!).
Na sequência dos dias, Anna Claudia comunicou, via Evento de Facebook, que realizaria o lançamento de seu livro em diversas cidade e uma delas seria Florianópolis e me convidou para conhecer seu 1º Livro voltado para o público adulto. Agendei e fui para o lançamento.
Assim, no dia 17 de novembro de 2016, eu tive o prazer de ir ao lançamento do Livro de Anna Claudia Ramos, uma escritora que desde então está se tornando uma amiga.
O livro e a literatura aproximam pessoas e suas histórias.
O livro é o DE ONDE VÊM ESSAS VOZES?
Foto: http://annaclaudiaramos.com.br/arquivos/course/de-onde-vem-essas-vozes
Deixo, a seguir, para vocês um trecho que copiei do site da Anna Claudia Ramos para que possam conhecer um pouco da obra e para que possam ir até à sua página com o intuito de conhecerem outras obras desta autora, que em sua vasta publicação é direcionada ao público infantil e juvenil.
Texto de apresentação do livro, por João Anzanello Carrascoza:“Ouça o alerta: ao abrir este livro, você vai ouvir vozes veladas, mas não veludosas como nos versos de Cruz e Souza. São vozes misteriosas que rompem a férrea membrana do tempo de duração. Tempo, como diz um dos narradores deste romance de estreia de Anna Claudia Ramos, autora consagrada de obras para crianças e jovens, tempo que “não pode ser seguro pelas mãos”. Tempo que nos faz saber de coisas dolorosas, de uma só vez, ou em fragmentos, como nesta história. Nela entram e saem pares de personagens que se revezam como narradores nos idos da escravidão e em eras próximas – Paula e Carlos Frederico, Julia e Victor, Davi e Miguel, Joana e Eduardo, José e Antônia, Joaquim e Isabel –, duplas insuspeitas, guardiãs de segredos esquecidos. Estão na esfera das almas que transmigram em corpos diversos, ou no vale dos sonhos (onde só há faces em sfumato), ou ainda nas divisas da literatura, esse mundo de amores que fogem, ante a fugacidade das horas, da impermanência? Talvez estejam nos três planos, mil-partidos no eco das vozes que, ao final da narrativa, hão de surpreender você e retornar ao silêncio. Silêncio dos apaixonados, que se instala quando nada mais é preciso ser dito. De onde vêm essas vozes? Ouça o alerta atemporal de seu coração – e siga as pistas deixadas por Anna Claudia Ramos neste belo livro”.Disponível no site da editora: www.besourobox.com.br e também por e-mail vendas01@besourobox.com.br.
Texto extraído do site de Anna Claudia Ramos - Link para o site
O momento do autógrafo! Ahhh! Como eu gosto disto!
Olha meu sorriso de gratidão!
A clássica foto com o livro na mão e a escritora do lado. Adoro!
Glaucimare fez a mediação do evento.
Glaucimare nos presenteou com a apresentação deste ator (perdoem, não lembro o nome dele - foi tudo tão rápido e ficamos prestando atenção no texto). Ele declamou Cruz e Sousa, nosso poeta.
Cruz e Sousa é declamado no lançamento de um livro que é lançado no mês de seu aniversário. No enredo de DE ONDE VÊM ESSAS VOZES temos um personagem que é negro e uma paixão forte e arrebatadora (é uma história de escravidão), que se mistura com outras tantas e intensas paixões vividas.
Agora me pergunto: O que posso falar da obra sem dar mais do que devia sobre ela? Posso dizer que é uma história que se mistura com outras. Posso dizer que é uma história que te provoca. Posso adiantar que a narração não é definida por um gênero e as várias vidas vividas nesta obra são permeadas por amor, intensidade, dor, entre outros tantos sentimentos que surgem. Vários questionamentos surgem e pode-se refletir e refletir. Não posso dizer muito. É um livro para ser lido, saboreado e sentido, principalmente sentido.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
ARTIGO - ESTÉTICA: UMA DIMENSÃO DA COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO A SER PERCEBIDA POR BIBLIOTECÁRIO DE BIBLIOTECA PÚBLICA
Resumo
A Sociedade da Informação exige do bibliotecário múltiplas competências, habilidades e atitudes para lidar com o vasto universo informacional e a relação com o interagente. Na troca de ideias e busca de soluções para problemas com o uso de informação a Biblioteca Pública é um espaço por excelência para a transformação social dos atores da sociedade. Cabe ao bibliotecário, como mediador dessa avalanche informacional, ser competente em informação e, dessa forma, auxiliar o interagente a utilizar recursos de informação para tomada de decisão. É sobre isso que versa o artigo: Competência em Informação (CoInfo), que se divide em quatro dimensões - técnica; estética; ética e política. A dimensão estética relaciona-se com a ciência do belo e com o despertar dos sentidos para perceber o Outro e sua necessidade. Este Outro é percebido pela visada fenomenológica, teoria adotada e inspirada em Maurice Merleau-Ponty, que entende o corpo como meio condutor dos efeitos dos sentidos. A pesquisa foi qualitativa, voltada para os fenômenos humanos e sua complexidade; de abordagem fenomenológica, pois estuda as essências das coisas; e bibliográfica, visto ter utilizado registros disponíveis em textos. O objetivo deste artigo é explorar o termo Estética e esclarecer o que é a Dimensão Estética da CoInfo.
Palavras-chave
Competência em Informação; Dimensão Estética; Bibliotecário; Biblioteca Pública
quinta-feira, 7 de julho de 2016
DISSERTAÇÃO - A DIMENSÃO ESTÉTICA DA COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA DE SANTA CATARINA (por Evandro Jair Duarte)
Prezados colegas,
convido-os a leitura de um tema super atual e necessário para quem trabalha com o público e com a informação, que é a Competência em Informação e a Dimensão Estética desta competência.
Este é o resumo de minha dissertação:
Objetivei descrever a Dimensão Estética da Competência em
Informação apresentada nas vivências profissionais dos
bibliotecários da Biblioteca Pública de Santa Catarina. Como
forma de atingir este objetivo, pretendi registrar as vivências
profissionais dos bibliotecários da Biblioteca Pública de Santa
Catarina, assim como perceber na fala dos bibliotecários a
compreensão sobre Competência em Informação e investigar na
fala dos bibliotecários a interpretação acerca da Dimensão
Estética da Competência em Informação. Esta foi uma pesquisa
de abordagem qualitativa e fenomenológica do tipo bibliográfico
e descritivo. Busquei nos bibliotecários as experiências de vida
para descrever a Dimensão Estética da Competência em
Informação, o que caracteriza este trabalho como um Estudo de
Caso, com oito participantes. Como técnica utilizada para a coleta
de dados eu utilizei a entrevista com aplicação de questionário de
caracterização e o uso de um roteiro com sete perguntas
semiestruturadas para permitir a expressão dos entrevistados
sobre as vivências e percepções. Utilizei um diário de campo com
registros eletrônicos para anotar impressões obtidas no momento
do processo de entrevista. Os dados foram analisados com a
aplicação da análise de conteúdo, por meio de categorização dos
resultados. Este tipo de análise é qualitativo e permite a inserção
da fenomenologia e estética quando aborda a pessoa em seu local
de trabalho na busca por compreensão de mundo partindo das
falas de pessoas, a sua subjetividade surge para contribuir com os
objetivos que são voltados para a compreensão e interpretação
acerca das próprias vivências. Como resultados, consegui
registrar as vivências dos profissionais e realizei a atividade de
perceber nas falas qual a compreensão sobre Competência em
Informação que em comparação com a literatura da área tem certa
relação com as definições e conceitos das publicações, no
entanto, apesar de construírem uma conceituação eu percebi a
dificuldade dos bibliotecários em compreender o que é
Competência em Informação. De igual forma para a interpretação
acerca da Dimensão Estética da Competência em Informação,
eles percebem em suas experiências aspectos intrínsecos à
Estética, como percepção, sensibilidade e criatividade, mas os
reconhecem como sendo uma dimensão estética no agir
profissional. Finalizei com a percepção de que os bibliotecários
reconhecem o bem coletivo como algo estético e a orientação dos
interagentes como a dimensão estética da Competência em
Informação, assim como a adaptação de conteúdos para a
compreensão daqueles que usam informação para tomada de
decisão. Esse foi um trabalho fenomenológico em que nem tudo
fica dito com clareza necessitando a percepção do pesquisador
para interpretar algumas falas, é um jogo filosófico em que o
evidente tem o seu reverso, aquilo que ficou invisível. Assim,
lembro o que diz a raposa de O Pequeno Príncipe: O essencial é
invisível aos olhos.
PALAVRAS-CHAVE: 1. Competência em Informação. 2.
Dimensão Estética da Competência Informacional. 3. Biblioteca
Pública de Santa Catarina. 4. Pesquisa fenomenológica. 5.
Bibliotecários.
Link para leitura do texto completo: Clique aqui.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
LIVRETANDO - O QUE É CONTO (Luiza de Maria)
MARIA, Luiza de. O que é conto. 2.
ed. São Paulo: Brasiliense, 1986.
Este livro emprestado da Biblioteca Pública de Santa Catarina traz informações interessantes sobre CONTOS.
A autora nos faz uma introdução ao universo do conto e provoca com a pergunta: o que é conto?
No entanto, a resposta não vem de graça (risos), ela vem por meio da reflexão de quem lê a obra.
Maria (1986) diz que quem conta um conto aumenta um ponto e já nos convida a conhecer ou lembrar da história "As mil e uma noites" e mais especificamente de Sherazade que para não morrer conta um conto dia após dia até que "Conquista o coração do rei valendo-se da arte de contar histórias" (MARIA, 1986, p. 7).
Se formos pensar na história da humanidade e nas histórias que ouvimos ao longo da vida, iremos lembrar de pessoas reunidas ao redor de uma fogueira e compartilhando histórias, ou então em grupos em diferentes espaços como: igrejas, escolas, praças, bares, entre outros.
As reuniões sempre acontecem para narrar oralmente uma história vivida, ouvida ou inventada... agrupamento para matar o tempo... histórias são narradas contendo bichos, lendas, mitos...
Aqueles que viveram dos anos 70 pra cá podem lembrar de uma personagem famosa de Monteiro Lobato, a Dona Benta, ela representa essa pessoa que senta para contar histórias e ao seu redor estão muito ouvintes e interagentes.
No livro, Maria (1986, p. 10) diz:
O conto como forma simples, expressão do maravilhoso, linguagem que fala de prodígios fantásticos, oralmente transmitido de gerações a gerações e o conto adquirido de uma formulação artística, literária, escorregando do domínio coletivo da linguagem para o universo do estilo individual de um certo escritor.
Temos então o conto popular, o conto artístico, o conto maravilhoso ou conto de fadas, ...
A autora nos afirma que o conto hoje é uma forma aberta para experimentos e inovações.
Nos indica a leitura de:
- Gui de Maupassant;
- Edgar Allan Poe;
- Mário de Andrade;
- Lima Barreto;
- Machado de Assis;
- Arthur Oscar Lopes;
- Guimarães Rosa;
- Clarice Lispector;
- Rubem Fonseca;
- Dalton Trevisan;
- João Antônio;
- Victor Giudice;
- Moacyr Scliar;
- Roberto Drummond;
- Ignácio de Loyola Brandão;
- Edilberto Coutinho;
- Jefferson Ribeiro de Andrade;
- Deonísio da Silva;
- Domingos Pellegrini Jr.;
- Osman Lins;
- Autran Dourado;
- Nélida Piñon;
- Samuel Rawet;
- José Montello;
- Lygia Fagundes Telles;
- Salim Miguel;
- Caio Fernando Abreu;
- Luís Gonzaga Vieira;
- Jorge Luís Borges;
- Dostoiévsky;
- Tchekhov;
- Pirandello;
- Miguel Torga;
- Julio Cortázar;
Para teoria:
- Julio Cortázar – “Alguns aspectos do conto”; “Do conto breve e seus arredores” (Valise de Cronópio);
- Guimarães Rosa – ler os 4 prefácios de Tutaméia;
- Luís Gonzaga Vieira – “A situação do conto” (Encontros com a civilização brasileira, n. 20, 1979);
- R. Magalhães Júnior – A arte do conto;
- Gilberto Mendonça Teles – N. 18 da Revista Letras de Hoje, dez. 1974 (PUC/RGS) – Para uma teoria do conto;
- Maria Consuelo Cunha Campos – Sobre o conto brasileiro, 1977;
- AntonioHohlfedt – Conto brasileiro contemporâneo, 1981;
- Wladimir Propp – conto popular – Morphologiedu Conte;
- Victor Chklovski – SurlaThéorie de la Prose;
- Teoria da literatura – formalistas russos;
- Roland Barthes – O prazer do texto;
- Umberto Eco – Obra aberta;
- Octavio Paz – O arco e a lira;
- Hugo Friedrich – Estrutura da Lírica Moderna;
- Jan Mukarovsky – Escritos sobre estética e semiótica da arte;
- Luiz Costa Lima – Mímesis e modernidade;
- Robert Stam – O espetáculo interrompido.
“Mudam-se as maneiras do contar, alteram-se as funções do contar, inventam-se novas formas do contar, mas persiste, irrevogável, o fascínio de CONTAR. E tudo isso é, ou não é, CONTO? (MARIA, 1986, p. 96).
Convido a todos para conhecer o Blog da Oficina Literária Boca de Leão. Lá teremos discussões sobre este livro.
Link: https://oficinaliterariabocadeleao.wordpress.com/
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