segunda-feira, 7 de março de 2016

DIVULGAÇÃO - OFICINA LITERÁRIA BOCA DE LEÃO (2016)

Um pouco da história da Oficina Literária Boca de Leão (OLBL)

Ela foi criada em 24 de julho de 2012 por Claudete Terezinha da Mata e recebeu o apoio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) para a sua realização. 

Esta foi uma ação voltada ao público em geral, para todos que desejam escrever textos criativos e literários e teve o propósito de promover a literatura para incentivar os participantes a escrever e revelar talentos. Foi um laboratório em que todos aprendiam e ensinavam na construção do conhecimento, de modo colaborativo também. 

Os participantes puderam ter 4 horas/aula mensais para ler e produzir contos. 

Como objetivos estavam: desenvolver a criatividade, utilizando recursos próprios de textos poéticos; despertar o gosto pelos contos; explorar as infinitas possibilidades sugeridas pelas palavras lidas e ouvidas, para o desenvolvimento da sensibilidade estética e desenvolver a habilidade de interpretar textos literários. 

Os encontros foram quinzenais, a partir do dia 24 de julho, sempre às terças-feiras, das 19h às 21h, no auditório da Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC). 

Muitas histórias foram criadas e contadas em sessão de “contação de histórias” na biblioteca, em visitas guiadas e datas comemorativas; assim como, em escolas próximas.

O projeto foi reapresentado à BPSC e FCC para receber a aprovação de sua continuidade, quem a partir de 2016 torna-se “Atividade Permanente” da Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC). Sendo coordenada e avaliada por funcionários da BPSC e FCC (se necessário). Os ministrantes poderão ser convidados pela instituição, mas a coordenação passa a ser de responsabilidade da BPSC.

Trata-se de uma ação que visa integrar a comunidade com a BPSC para promover o gosto pela escrita e pela leitura, tendo em vista que para escrever é preciso ler. Assim, a OLBL propõe ser uma atividade aberta ao público da comunidade na qual a BPSC está inserida. Para tanto, será necessária a inscrição no projeto, visto que para se ter qualidade é preciso ter um número que a coordenação possa controlar os processos criativos.

Os encontros serão quinzenais e acontecerão no auditório da BPSC, às terças-feiras das 19h às 21h; um encontro especial acontecerá com datas previamente marcadas para trazer autores e booktubers (parceiros promotores do livro e da leitura), eles serão convidados para conversar com os participantes e incentivá-los a ler e escrever. 

Como produto final os membros participantes da OLBL produzirão um único conto com cessão de direitos autorais para a FCC, que poderá solicitar à Biblioteca Nacional a publicação de um e-book com o material resultante da compilação de um conto por participante na OLBL (2016). Assim, teremos uma construção conjunta de um livro digital a ser colocado em espaço aberto para download gratuito. O site da BPSC será o hospedeiro do link do e-book.       
  
Em 2016, a Oficina terá 16 encontros para o desenvolvimento da escrita criativa e a produção de contos. 

A ação é gratuita e aberta à comunidade catarinense, voltada ao público com idade a partir de 18 anos.
Para participar, os interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site da BPSC (clicando aqui) e enviar por e-mail para o endereço evandroduarte@fcc.sc.gov.br até o dia 29 de março. 

Será entregue certificado de participação aos que tiverem o mínimo de 75% de frequência. 

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 3665-6422. 

Serviço:
O quê: Oficina Literária Boca de Leão
Quando: aulas às terças-feiras, das 19h às 21h, a partir de 29 de março
Onde: Biblioteca Pública de Santa Catarina - Rua Tenente Silveira, 343 - Centro - Florianópolis (SC).
Inscrições: preencher o formulário e enviar para evandroduarte@fcc.sc.gov.br
Mais informações: (48) 3665-6422. 
Fonte: Assessoria de Comunicação FCC




quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

LIVRETANDO - O VILAREJO (por Raphael Montes)

MONTES, Raphael. O vilarejo. Ilustrações [de] Marcelo Damm. 1. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015. 93p.


Foto: Evandro Jair Duarte.

Comprei este livro no site da livraria Saraiva no dia 22-08-2015, pois eu havia lido trechos de postagens no Facebook e em propaganda da própria livraria. A obra ficou em pré-venda e eles informavam que a aquisição, nesta modalidade, traria os exemplares com o autógrafo do autor. Eu não perdi tempo e adquiri meu livro.

Foto: Evandro Jair Duarte.


No dia 03-09-2016 o livro foi despachado e eu já lia nas mídias sociais e em jornais sobre a obra. Fiquei cada vez mais curioso sobre seu conteúdo. Assim, passei a seguir o autor no Instagram e Facebook, e o que ele colocava me provocava mais, a ansiedade por ler só aumentava.

Quando o livro chegou e abri o pacote, fotografei, cheirei (adoro os cheiros dos livros), olhei todas as ilustrações (excelentes) e fiquei encantado com o todo da obra.

Registro aqui os meus parabéns para o autor que teve o cuidado para com a tradução dos textos e adequação para a língua portuguesa. Sua escrita é primorosa. Outro cuidado, maravilhoso por sinal, é com a capa e contra-capa, um desenho digno de best-seller e de grandes escritores. Saber escolher a capa é fundamental.

Para mim, minha forma de ver, o cuidado dispensado com o todo (capa, orelhas, miolo, contra-capa, marketing, etc.) demonstra que o livro foi pensado, lapidado, e que cada passo foi executado com muito profissionalismo e esmero.

Só as ilustrações já me arrepiaram, e melhor, me instigaram a ler os textos.

Foto: Evandro Jair Duarte.

Bem, me dou a liberdade e Raphael Montes que me perdoe de colocar um trecho do Prefácio para que saibam de onde vem a inspiração da obra, este é o excerto: "Os cadernos ilustrados de Elfrida Pimminstoffer chegaram a mim de maneira inusitada. No início de 2014, recebi uma ligação do Maurício Gouveia, sócio do sebo Baratos da Ribeiro, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Maurício me explicou que havia adquirido uma coleção de mais de sete mil livros de uma senhora chamada Elfrida Pimminstoffer, falecida meses antes, aos cento e dois anos. Entre obras clássicas, enciclopédias e livros de banca, ele havia encontrado três cadernos muito finos, de capa de couro, com texto escrito à mão, em língua estrangeira, e ilustrações. Contactara, então, Ana, a bisneta de Elfrida, que lhe vendera os livros. Ana não queria os cadernos de volta e até ameaçou queimá-los caso Maurício insistisse na devolução. Sem saber o que fazer com os cadernos, Maurício me telefonou para perguntar se eu tinha interesse em analisar o material. Aceitei".

Diga aí se não dá curiosidade em saber do que se trata? A riqueza de detalhes sobre esta aquisição, do autor, está na íntegra do prefácio e é fascinante.

Os textos do livro são retratações de episódios de horror e de extrema violência, afirma Raphael. Textos que compõem sete contos com a indicação de sete reis do inferno, os quais invocam sete pecados capitais nos seres humanos. Raphael descreve seus nomes: Asmodeus (luxúria), Belzebu (gula), Mammon (ganância), Belphegor (preguiça), Satan (ira), Leviathan (inveja) e Lúcifer (soberba).

O autor ainda nos esclarece que buscou ajuda para traduzir os textos escritos em língua morta (cimério) e não conseguiu a parceria que gostaria. Ele teve que fazer a transposição sozinho e declara que os textos são de pura maldade, terror e frieza. São narrativas que se passam em um vilarejo.

Não farei uma sinopse com detalhes de todos os contos, mas me sinto tentado a comentar o primeiro: "Bezebu: banquete para Anatole", em que trata da gula. Assim, temos como personagem Felika, uma mãe em casa com seus três filhos, o pai sai em busca de alimentos em um período difícil de guerra. Na vizinhança há muita fome e não há muito o que comer. As pessoas evitam sair de casa por causa do frio e para economizar energia em seus corpos. Dessa forma, eles tentavam continuar vivos. Um trecho deixa claro isso, veja: "Ninguém chora os mortos. Não podem desperdiçar energia lamentando a partida dos que não suportaram o frio e a fome".

As pessoas começam a morrer em meio a fome, frio e fraqueza, sem falar em saques às casas para conseguir poucos mantimentos. Coisas estranhas acontecem naquele vilarejo, pessoas são mortas.

A vizinha bate à porta de Felika, mas esta, receosa, não abre e a faz voltar para casa. Outra vez batem à porta e agora é o marido que retorna e encontra um verdadeiro cenário de filme de terror no interior da casa. A fome deu lugar para as atrocidades impensadas acontecerem. 

O que Raphael narra em todos os textos é algo macabro, sinistro, animalesco, horrendo, vale a pensa ler. Mas, prepare seu espírito para se deparar com o mal descrito.

Leviathan: as irmãs Vália, Velma e Vonda (inveja). Texto que trata da inveja e da maldade por causa deste pecado. Uma tragédia com todo o requinte de crueldade, sem o menor remorso é descrito.

Lúcifer: o negro caolho (soberba). Conto que demonstra a benevolência de uma mulher que aos poucos é abatida pela tristeza e se transforma em um ser soberbo, violento e animalesco. Toda maldade é castigada neste conto.

Asmodeus: a doce Jekaterina (luxúria). No texto, um homem abusa sexualmente de uma menina que tardiamente se vinga e a revanche vem com toda força contra ele.

Belphegor: a verdadeira história de Ivan, o ferreiro (preguiça). No conto o personagem é preguiçoso e explora duas pobres coitadas. Morte, fome e a desgraça vem de onde menos se espera. 

Mammon: o porquinho de porcelana da Sra. Branka (ganância). Economias que privam uma vida ou duas de muita coisa e as definham.

Satan: um homem de muitos nomes (ira). A raiva, ira, descontrole emocional causa danos, que muitas vezes são irreversíveis.

O mal se manifesta em cada um dos contos, em cada miséria da condição humana em meio à guerra, frio e fome.

O próprio mal encarnado diz: "Humanos vivem carregados de uma crueldade sufocada".

E ainda diz: "Ah, vocês e suas máscaras... acabam enganando a si mesmos". 

Como escreveu Raphael Montes no autógrafo do livro: "O mal mora no vilarejo".

O posfácio é intrigrante e perturbador, nele há a foto recebida com a identificação de Elfrida (nome adotado quando ela chegou ao Brasil) é reveladora e me deixou com uma pulga atrás da orelha: será tudo uma ficção e história criada ou será verdadeiro o conteúdo dos prefácio e posfácio? Estou intrigado. Vou perguntar ao autor (tradutor) e esperar por uma resposta.

Foto: Evandro Jair Duarte.

Boa leitura aos corajosos!!


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

ARTIGO - OS SERVIÇOS E OS PRODUTOS DE INFORMAÇÃO OFERECIDOS PELA BIBLIOTECA PÚBLICA DE SANTA CATARINA


Este foi um trabalho publicado por mim, Evandro e por meus estagiários curriculares. Eles passaram por todos os setores da Biblioteca Pública de Santa Catarina e realizaram atividades biblioteconômicas. Assim, foi possível conhecer os produtos e os serviços oferecidos à comunidade por esta instituição. Em estudo de textos de Biblioteconomia, buscou-se verificar os produtos e os serviços possíveis e a constatação do que a BPSC cria e disponibiliza. Foi uma atividade interessante e que merece outros olhares e outras investigações. Este foi um relato de experiência, uma pesquisa mais profunda poderia ser realizada e divulgada.

Resumo: Esta é uma reflexão acerca dos produtos e serviços de informação oferecidos pela Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC) aos seus interagentes. O termo interagente vem em um tempo em que estamos pensando em termos que possam ser mais adequados para “usuário”, uma vez que observamos usuário como aquele que usa e vai embora, não percebemos aqui a contribuição que este uso pode deixar. É um estudo com viés fenomenológico, uma pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva, de caráter bibliográfico, quanto aos seus procedimentos é um estudo de caso. O estudo faz uma investigação na literatura da área da Biblioteconomia e Ciência da Informação, no Portal de Periódicos CAPES, no período de 2004 a 2014 em busca de suporte teórico e conceitual para serviços e produtos de informação. Apresenta os serviços e produtos de informação que a BPSC oferta aos que por lá passam e interagem e constam sugestões de serviços e produtos que podem ser implementados na BPSC.

Clique no título do trabalho que está no corpo deste texto e leia o trabalho na íntegra.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

LIVRETANDO - A REALIDADE E A FICÇÃO por Kátia Rebello

REBELLO, Kátia. A realidade e a ficção. Florianópolis, SC: Papa-livros, 2013. 128 p.

Foto: Evandro Jair Duarte.

Ganhei este livro da autora Kátia Rebello. Eu li a sua obra "E por falar em fantasma...", que comprei na feira do livro de Florianópolis-SC, quando comentei com a escritora sobre o que gostei do texto tive a oportunidade de perguntar sobre outras possíveis publicações e eu soube que a lista era grande. Perguntei onde eu poderia conseguir os livros e ela me falou que alguns estavam esgotados e outros poderiam ser encontrados em livrarias ou sebos.

Para minha grata surpresa, eu encontrei o livro "A casa de praia" (já resenhado neste blog), estava nas estantes da Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC), peguei emprestado e gostei muito.

Dias depois de nosso encontro Kátia foi até à BPSC me procurar (trabalho lá desde outubro de 2010), ela deixou-me de presente três títulos de sua autoria e um deles era "A realidade e a ficção", o qual faço sinopse agora.

Espero encontrar esta autora para uma nova conversa sobre a obra que li e resenho.

Kátia narra a história de Isadora, uma professora de Literatura que recém foi contratada para lecionar em uma universidade. Lá Isa (que por um motivo particular não gosta de ser chamada assim) foi apresentada aos demais colegas de trabalho e recebeu um convite para uma festa de boas vindas aos novos professores. na recepção conhece bem cada um e as fofocas sobre os demais.

Isadora em sua primeira aula se deparou com uma sala cheia de alunos interessados na disciplina de literatura com a nova professora que também é escritora. as primeiras perguntas dos alunos em sala eram sobre o livro que Isa escrevera.

Ela descobriu que o professor Falcão era professor de Literatura também e que muitos dos alunos migraram da sala do veterano para a da novata.

A professora ficou instalada na casa da antiga professora de Literatura que havia sido demitida e em seguida morreu em um acidente de carro. Um grande mistério gira em torno dessa morte.

Por volta da meia noite o telefone tocava e uma voz infantil falava com Isadora como se ela fosse a antiga moradora da casa, a professora Ondina. Esse ritual seguiu por muitas noites.

Na universidade há um Don Juan, o sedutor professor Falcão, muitos boatos sobre ele ter se relacionado com muitas professoras da universidade o deram o título de conquistador. Mas, até onde estes boatos são verdadeiros? De onde vem essa fama de sedutor?

Falcão e Isadora se tornam próximos e um jogo começa entre os dois. Ahhhhhhh, somente lendo o livro para saber o que acontece com eles.

Um clima de mistério se forma desde o início da trama e os leitores ficam tentando adivinhar o que está acontecendo.

Algumas revelações são feitas aos poucos, sobre: 
- a morte de Ondina;
- o porquê ela foi demitida;
- sobre o telefonema que Isa recebia todas as noites.

Ficou esclarecido de onde vinha a fama de Don Juan de Falcão.

Um livro que executa muito bem a sua função de entreter e provocar curiosidade. Leitura que prende e flui, ao nos envolvermos com o texto avançamos na leitura e nem percebemos o fim chegar.

Recomendo.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

LIVRETANDO - O CASAMENTO DA PRINCESA (por Celso Sisto)

SISTO, Celso. O casamento da princesa. Ilustrações de Simone Matias. São Paulo: Prumo, 2009.

Foto: Evandro Jair Duarte

Esta história de Celso Sisto é um conto popular africano.

A princesa Abena é vista por muitos como uma mulher muito linda, sua beleza é admirada e desperta o interesse de homens que desejam casar com ela.

A Chuva a procurar, eles conversam e Abena fica encantada com ele.

O fogo procura pela princesa e não a encontra diretamente, ele acaba por conversar com o pai da bela e formosa mulher.

E agora? Ambos receberam a informação de que casariam com Abena! Quem irá casar com a princesa?

Uma disputa inicia e o ganhador será o esposo da bela mulher.

História repleta de sensibilidade e paixão.

As ilustrações são primorosas.

Uma história de amor linda!

O livro eu peguei emprestado na Biblioteca Pública de Santa Catarina. Linda história, lindas ilustrações, recomendo muito!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

LIVRETANDO - O VENTO QUE ME VOA: HISTÓRIAS PARA LER LÁ FORA (por Jura Arruda)

ARRUDA, Jura. O vento que me voa: história para ler lá fora. Ilustrações [de] José Elias Silva Neto. Joinville, SC: Edição do autor, 2014.
Foto: Evandro Jair Duarte

A história de um papagaio que vive com sua dona, uma senhora aposentada. Ele vive em uma gaiola, tem a asa quebrada, não pode voar por ter a asa torta.

O vento que me voa é algo tão gostoso e tão especial.

O vento que me voa é um vento que liberta.

O vento que me voa é um vento que faz a imaginação ativar e levar muito mais além do que o próprio corpo pode ir.

Obrigado Jura Arruda por este texto tão gostoso. Que o vento que te voa venha mais e mais para tu teres mais histórias como esta para nós.

domingo, 10 de maio de 2015

LIVRETANDO - MORCEGOS NA BIBLIOTECA (Brian Lies)

LIES, Brian. Morcegos na biblioteca. Tradução e adaptação [de] Rosemarie Ziegelmaier. Ilustração do autor. São Paulo: Globo, 2009.
Foto: Evandro Jair Duarte

A noite chega e os morcegos procuram algo interessante para sair do tédio.

Um deles tem uma grande ideia, ir à biblioteca e ler um livro.

Entram e procuram por livros de interesse de grupos.

Todos começam a se deliciar com o que encontram.

"A biblioteca é um mundo encantado, com muitas coisas para descobrir".

Tem até a hora do conto, risos!

"O mundo dos livros encanta e nos leva para uma viagem".

Eles começam a viver histórias e a mergulhar nas aventuras.

Mas, o dia chega.

Foto: Evandro Jair Duarte


DIVULGANDO : Criei um Canal no YouTube

Pessoal!  Criei um canal no Youtube para conversarmos sobre LEITURA e também sobre BIBLIOTERAPIA. Vamos conversar? Link: Leitura ...